22 de março de 2017

Artigo de opinião - Entendam-se


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Antes de mais quero deixar claro que nada me move contra a A.N.G.F. a favor dos Grupos de Forcados nesta situação, mas isto é apenas um simples desabafo e quem sabe para quem a tomar como uma opinião de um aficionado para se tentar resolver esta a situação de impassee para que todos possam fazem de igual modo o que gostam, visto que amanhã dia 23 de Março de 2017 vai haver uma Assembleia Geral da A.N.G.F. há que se entenderem.
Conta-se uma história de um homem que interrogou outro a respeito de uma situação para saber qual era o seu parecer, decisão em relação à situação em causa, à qual o homem respondeu para o outro não se preocupar com o assunto porque ele não era ninguém para julgar no sentido de dizer se podem ou não podem os outros mas que se aquilo fosse bom prevaleceria e ninguém conseguia acabar com aquilo mas que se não fosse bom findaria, terminaria com o tempo (Atos 5 – 17 a 42).

Cada vez que escuto falar de Grupos de forcados que querem entrar para a Associação Nacional de Grupos de Forcados (A.N.G.F.) e que são impedidos por esta ou por aquela razão e a razão e não é isso que está em causa dar a razão a uns ou outros só me lembro da história que anteriormente resumi e pergunto-me se esses Grupos que estão pré associados ou os que simplesmente estão à espera para serem pré associados ou associados não seria bom deixá-los ser (associados) e depois a seleção natural das coisas como em tudo na vida os promovesse mais para cima no escalafon dos Grupos ou simplesmente eles se difundissem através das suas prestações nas arenas frente ao rei da Festa Brava o Toiro Bravo de lide que põe tudo no seu lugar, e já estamos fartos de ver isto acontecer noutras áreas da Tauromaquia.

Sempre vi e me disseram que os Grupos de Forcados são escolas de virtudes e de formação de homens para a vida, não será isto na prática (o impedimento) ir contra tudo isto que se diz, apregoa deitando para o lixo os sonhos, esperanças de jovens que querem simplesmente pegar toiros defendendo a cultura portuguesa com a nobre arte de pegar toiros e depois não se queixem se as bancadas forem ficando vazias de juventude porque simplesmente os que querem ser forcados são impedidos de o ser, não esquecendo que os velhos da tauromaquia um dia morrem e que são os mais novos que os vão substituindo nas praças porque deles é o futuro da tauromaquia.

Carlos Caetano (Cajó)
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